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Blog Restart

A Restart é um centro de formação profissional que constitui um espaço único de formação, produção e animação cultural em Lisboa.

Workshop de CENOGRAFIA por Paulo Robalo na RESTART




A cenografia é uma arte, uma técnica em projectar e construir cenários para espectáculos, cinema e televisão. É através da cenografia que se enquadra o público na época e no local em que se passa a história.

Nos próximos dias 20, 21 e 27 de Março , realiza-se na Restart a segunda edição do workshop de Cenografia com formação de Paulo Robalo.

O objectivo desta formação é fornecer conhecimentos introdutórios sobre Cenografia e Realização Plástica de espectáculo nos planos criativo, técnico e de produção, através de uma metodologia teórico prática.

Nesta formação serão abordadas as funções da cenografia, os contextos de intervenção cenográfica, a arquitectura de cena como espaço efémero, a desmontagem formal de cenógrafos contemporâneos, e ainda o léxico cénico, terminologia técnica,etc.

Esta acção de formação, com 16 horas de duração, destina-se a estudantes e profissionais de áreas complementares ou próximas da cenografia, tais como design, arquitectura, artes visuais, dramaturgia e representação ou ainda outras áreas criativas.

Paulo Robalo iniciou a sua actividade artística enquanto pintor em 1986. Expôs regularmente em galerias nacionais até 1991. Os anos seguintes dedicou-os a outra das suas paixões e, por uma década, trabalhou intensamente em numerosas produções teatrais. Em 2002 volta à pintura, retomando a frequência de exposições.
Além de artista plástico e professor, Paulo Robalo desenvolve desde os anos 90 uma intensa actividade relacionada com o teatro. Participou na produção de inúmeras peças de teatro, quer como Cenógrafo, Director Técnico, Realizador Plástico, Figurinista ou Coordenador de Equipas Técnicas, colaborando com reputados encenadores, como Filipe Crawford, Nuno M. Cardoso, João Didelet, Antonio Pires, Nuno Carinhas e Luís Esparteiro, entre muitos outros. Realizou trabalhos cénicos comissionados para a RTP, a LISBOA Capital da Cultura’94, a Expo’98 e vários outros eventos.

Workshop de SERIGRAFIA na Restart por PAULO ARRAIANO




Nos próximos dias 13, 14 e 20 de Março, realiza-se na Restart a primeira edição do workshop de Serigrafia com formação de Paulo Arraiano

O objectivo desta formação é fornecer aos alunos conhecimentos introdutórios sobre Serigrafia nos planos artístico, técnico e de reprodução, através duma metodologia teórico prática.

Nesta formação, serão abordadas os conceitos básicos de Impressão, gravura e serigrafia; os objectivos da reprodução serigráfica; e será dado o enquadramento da Serigrafia e os seus processos no trabalho artístico, gráfico como meio de repodução e experimentação.
Vão ainda ser abordadas as técnicas de preparação de imagem para serigrafia, a metodologia de impressão e todos os aspectos a ela inerentes bem como os materiais, ferramentas e processos de impressão gráfica.

Esta acção de formação, com 24 horas de duração, destina-se a artistas gráficos, designers, pintores, e artistas em geral interessados em abordar a arte urbana e o movimento gráfico associado à “new pop culture”..


Paulo Arraiano expressa‐se através de uma obra de onde as formas surgem de uma ambivalência entre cultura urbana e natureza, cruzando estas realidades que o envolvem e dão origem a um mundo entre mundos onde procura constantemente o seu espaço, a sua linguagem; energia que flui e se transforma em desenho, formas, cor e movimento… do digital ao analógico da rua á galeria, Urban‐ Wear, toy art, skateboard, musica. Nasceu em 1977 em Cascais, após uma licenciatura em comunicação no ISCEM e ter estudado ilustração/BD no Ar.co trabalhou em alguns estúdios como art director e designer. Foi art director da revista magnólia (trend mag) e da revista Slang (UrbanCulture Mag). Fundou juntamente com Leonor Morais a marca de Street Wear Palm (palmshirts.com) e Lecciona Criação de Imagem na Restart.

Lucas Almeida nasceu em 1981 e desde cedo adquiriu o gosto de desenhar. Tirando partido das influências que o rodeavam, desde a banda desenhada à pintura e cinema de animação. Tirou um curso de artes plásticas onde teve a oportunidade de explorar várias áreas de expressão. Apostando mais na criação de banda desenhada, em 2006 ganhou um prémio do concurso jovens criadores nesta categoria. Desde do ano 2000 que faz a publicação anual do fanzine "O Hábito faz o Monstro". Percorrendo vários caminhos desde exposições colectivas, projecções de cinema experimental em película de 16mm, desenho em tempo real durante concertos, pintura mural e em tela, actualmente encontra‐se a trabalhar em serigrafia, fazendo projectos pessoais. Pertence ao colectivo Chili com Carne e esteve nos últimos meses em NY a trabalhar exclusivamente a gravura e serigrafia como trabalho autoral.

Concerto de João e a Sombra passa para as 20 horas



A Restart, Instituto de Criatividade Artes e Novas Tecnologias, recebe amanhã, o "João e a Sombra" pelas 20h00.

João e a Sombra são um conjunto de canções lentas e de tonalidades melancólicas, cantadas em português, embaladas por acordes menores e dedilhados delicados.
Canções que falam de medos e ousadias, do esforço e do cansaço, de amores e desenganos, de cuidados e desleixos, da fugacidade do tempo e das horas que não passam, da promessa de Deus e de Ele afinal não haver.

Ouvem-se nelas o trinar de uma guitarra portuguesa, e faz-nos ter saudades do fado pelas vielas de Lisboa; jogos de sinos e percussões suaves que nos embalam como uma caixinha de música enferrujada; um baixo solene e profundo como uma marcha; um piano ou o acordeão a marcar um compasso de valsa; e um coro de vozes que ora nos elevam como um gospel, ora nos vergam sobre a terra como os cantares do campo ou como um requiem sobre o pó.
Umas vezes um sopro, outras um suspiro, umas um grito de guerra, outras ainda um lamento.
Não é Fado, não é Tradicional, nem Popular, nem tão pouco Pop ou Alternativa. Ou talvez seja tudo isto, mas sem querer:
Canções sem espartilhos nem molduras para se ouvirem baixinho e de luz apagada. Como um segredo.


 

Workshop | CONTOS FOTOGRÁFICOS | 13,14, 20 de Março

 

 

O Conto Fotográfico não é uma fotonovela, mas sim um instrumento de pensamento da escrita literária. Um complemento do que se escreve através da fotografia.

Nos próximos dias 13, 14 e 20 de Março, realiza-se na Restart a primeira edição do workshop de Contos Fotográficos com formação de Gonçalo M. Tavares e Luís Baptista .

O objectivo desta formação é que os participantes deste laboratório venham a desenvolver um formato híbrido de conto literário e fotográfico, uma tentativa de tridimensionalização da experienciação do suporte habitual da escrita, à semelhança do que aconteceu noutras artes.

Nesta formação os alunos vão aprender a estruturar um texto narrativo de modo breve, conciso e sintético, a estruturar e ligar o todo e as partes de um conto, a desenvolver conceitos e ideias estruturantes na elaboração de um conto e as estratégias de uma intriga literária e fotográfica. Mas, para além desta abordagem irão também aprender a manipular a máquina fotográfica e câmara de filmar como meio de percepção do espaço e da realidade. Vão ainda desenvolver estratégias de manipulação e criação magnética a partir de objectos e de geometrias estruturantes subentendidas do espaço.

No final deverão ter consciência da relação de semelhança entre o acto escrever e fotografar.

Esta acção de formação, com 16 horas de duração, destina-se a todos os que se interessam por escrita criativa e por fotografia.

Gonçalo M. Tavares
, escritor português, nasceu em 1970 em Luanda. Publicou a sua primeira obra em Dezembro de 2001. Editou romances, contos, ensaio, poesia e teatro. Os seus livros deram origem, em Portugal e no estrangeiro, a peças de teatro, objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, projectos de arquitectura, etc, bem como a teses académicas (Portugal, Brasil e Itália). Todas as suas obras estão a ser traduzidas e está a ser editado em vinte e cinco países. Gonçalo Tavares tem recebido vários prémios nacionais e internacionais.

Luis Maria Rodrigues Baptista é licenciado em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa. Frequentou o curso de mestrado em Ciências da Comunicação, nas áreas de Estratégias da Comunicação e de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, da Universidade Nova de Lisboa. Desenvolveu o conceito de esqui(ss)o fotográfico/videográfico que está na origem do projecto arquitectónico artístico do qual é fundador: “Os Espacialistas”, que conta desde o seu aparecimento com diversas exposições fotográficas, instalações, acções performativas e publicações, em galerias, feiras de arte contemporânea, festivais, instituições e centros culturais como o CCB, entre outros. É autor da secção “Oeiras Imaginária” na publicação periódica “Oeiras em Revista” e das ilustrações fotográficas das crónicas do escritor Gonçalo M. Tavares, na revista Visão, com o qual tem outros projectos em curso.

Para mais informações relativas a este workshop consultar aqui.

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